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Uma nova onda de inovação aplicada às nossas cidades

O cidadão produtor, por um lado, tira proveito do conhecimento em rede, e, por outro, beneficia-se dos espaços de produção. Esse novo paradigma exige novas habilidades. English, Español

Cidadãos de Barcelona montam um Smart Citizen Kit para recolher dados abertos. Foto: Gui Seiz, todos os direitos reservados.

Este artigo é um extrato de um artigo original publicado no eBook El ecosistema de la Democracia Abierta e pode ser encontrado aquí.

Ao longo dos últimos anos, os processos de inovação passaram por uma evolução constante em relação à abordagem dada aos problemas e suas soluções, e passando também, por vários estágios que começam com a inovação de produtores e de usuários, para finalmente alcançar o consumidor inovação.

No entanto, dados os desenvolvimentos tecnológicos e os rápidos avanços de nossos tempos, podemos dizer que alcançamos a inovação aberta ou mesmo a inovação livre, onde, graças à partilha de conhecimento em aberto, pode-se detectar que, de várias maneiras, acabam desempenhando um papel fundamental na resolução de conflitos.

No entanto, ter alcançado este ponto não foi por acaso ou pela simples passagem do tempo. A combinação entre a participação e habilidades cidadãs com tecnologias digitais e estratégias abertas e colaborativas estão transformando a inovação em todas as áreas.

Aspectos como habitação, alimentação e saúde são áreas que foram abordadas durante esse processo de mudança.

Com diferentes exemplos de inovação aplicada, o artigo explica as várias soluções que, através da participação do cidadão, podem ser dadas a numerosos problemas sociais e que falam sobre produção tributária, trabalho cidadão, saúde cidadã, alimentação dos cidadãos e as implicações políticas e públicas que contribuem para o desenvolvimento dessas iniciativas.

Em suma, expressa-se a importância de estabelecer os princípios da colaboração entre cidades e seus cidadãos, para que as ideias de todos possam ser valorizadas e reconhecidas nos processos de cocriação dos espaços físicos e digitais de um território.

Também é destacada a importância de promover e motivar através de diferentes tipos de incentivos a participação nestas atividades, ao mesmo tempo em que sublinha-se a importância de um código de ética e compromisso que se torna o roteiro para a inovação aberta e colaborativa aos cidadãos.

About the authors

Mara Balestrini (@marabales) es socia y directora de investigación en Ideas for Change. Se especializa en temas de innovación y diseño de intervenciones tecnológicas participativas para ciudades. Es doctora en Human-Computer Interaction por el University College London (UCL), miembro de la red UCL Engineering Exchange y gerente de proyectos del Fab Lab Barcelona. 

Valeria Righi (@valesbriz) es investigadora senior de Ideas for Change y doctora en Human-Computer Interaction por la Universitat Pompeu Fabra de Barcelona. Se especializa en la inclusión social de colectivos más desfavorecidos mediante Tecnologías de la información y la Comunicación. 


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