
A hidrelétrica Coca-Codo está a ser construida dentro da Amazônia Equatoriana pela empresa chinesa Sinohydro (image: Presidência do Equador)
Uma pesquisa publicada hoje por especialistas dos Estados Unidos, da Argentina e do Peru revelou a enorme extensão dos impactos sociais e ambientais gerados pelo aumento das atividades comerciais e de investimento da China na América Latina ao longo da última década.
A alta concentração de atividades chinesas nos setores agrícola e extrativo latino-americanos tem onerado fortemente os recursos hídricos e aumentado o desmatamento e as emissões de gases do efeito estufa (GEEs), além de reforçar a preocupação local com o uso dos recursos e a criação de empregos, conclui o estudo coordenado pela Iniciativa Global de Governança Econômica (GEGI), da Universidade de Boston.