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China é “forte promotora” da degradação ambiental na América Latina

A China lançou sua estratégia de “expansão global”, há uma década, e já aportou mais de US$ 120 bilhões à América Latina, mais do que qualquer outro país. Mas isto implica um alto preço meio-ambiental. English. Español.

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A hidrelétrica Coca-Codo está a ser construida dentro da Amazônia Equatoriana pela empresa chinesa Sinohydro (image: Presidência do Equador)

Uma pesquisa publicada hoje por especialistas dos Estados Unidos, da Argentina e do Peru revelou a enorme extensão dos impactos sociais e ambientais gerados pelo aumento das atividades comerciais e de investimento da China na América Latina ao longo da última década.

A alta concentração de atividades chinesas nos setores agrícola e extrativo latino-americanos tem onerado fortemente os recursos hídricos e aumentado o desmatamento e as emissões de gases do efeito estufa (GEEs), além de reforçar a preocupação local com o uso dos recursos e a criação de empregos, conclui o estudo coordenado pela  Iniciativa Global de Governança Econômica (GEGI), da Universidade de Boston.