Pablo Albarenga. Todos os direitos reservados

O presidente brasileiro declarou guerra à Amazônia e suas comunidades indígenas no Brasil. No Equador, ativistas indígenas achuar lutam contra a mineração e o extrativismo, que continuam a ser promovidos por um governo que defende o crescimento econômico prejudicial e insustentável. No entanto, a onda de neoliberalismo econômico no Brasil e o Equador não conseguiu conter os ativistas que arriscam suas vidas para proteger o meio ambiente. Com o apoio do Rainforest Journalism Fund do Pulitzer Center, Engajamundo (Brasil), Kara Solar (Equador) e em colaboração com o fotojornalista Pablo Albarenga, apresentamos oito histórias inspiradoras: são as vozes daqueles que não têm medo de defender seus territórios , mesmo quando as forças mais poderosas do país representam sérias ameaças. Español English

EQUADOR

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Julián: ativista indígena e ambiental

Julián, um ativista indígena da comunidade Achuar na Amazônia equatoriana, luta contra os efeitos nocivos de uma nova estrada que está penetrando na floresta perto de onde vive. Os efeitos da construção dessa infraestrutura são imediatamente evidentes, atraindo madeireiros para a região que constroem outras estradas menores para transportar a madeira, abrindo caminho para outras indústrias extrativas e de mineração. Leia mais aqui

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Verônica: parteira local

Vero é parteira em sua comunidade achuar onde o parto ainda é um tabu. Ela supera inúmeras dificuldades em prestar o melhor atendimento às mulheres de Sharamentsa, onde Vero mora, e cultiva suas próprias plantas medicinais, como a Chichita, uma planta poderosa usada para tratar várias doenças em suas comunidades. Leia mais aqui

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Nantu: ativista indígena e ambiental

Nantu é um jovem indígena achuar que lidera um projeto de transporte em barcos de energia solar. Na floresta onde vive a comunidade de Sharamentsa, na margem do rio Pastaza, eles lutam contra a extração de petróleo, a mineração e o desmatamento. No entanto, a resistência faz parte de sua vida. Junto com outros ativistas indígenas, ele participou dos recentes protestos em Quito em 2019. Leia mais aqui

BRASIL

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Ednei: líder comunitário e ativista ambiental

Homens experientes, que conhecem a selva desde pequenos, centímetro a centímetro, recentemente deram às boas vindas a Ednei, um jovem Arapium de Cachoeira do Maró, que recentemente foi eleito também como coordenador do Conselho Indígena Tapajós-Arapiuns (CITA), uma organização que representa 45 aldeias de 13 povos indígenas diferentes pertencentes aos povos indígenas Bajo Tapajós, Rio Arapiuns, Rio Maró e Santareno Planalto. Leia mais aqui

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Dani: Ativista ambiental e de direitos LGBT+

É na comunidade da Prainha 2 que conhecemos a Dani, uma corajosa jovem que realizou um intenso exercício de busca de identidade. Um exercício que a levou ao reconhecimento da sua identidade homossexual, há muito oculta, reprimida diante da família, da comunidade e também da igreja. Leia mais aqui

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Drica: Líder comunitária e professora

Os quilombos são formados por várias comunidades, e Drica, que foi estudar em Manaus mas retornou ao Trombetas para atuar como professora na escola do quilombo, foi recentemente escolhida para representar a associação do território, que foi criada há 18 anos por 6 comunidades para defender suas seus interesses. Leia mais aqui

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Joane: Ativista ambiental

Desde que ela era uma garotinha, Joane gostava de brincar com plásticos, diz sua mãe, professora da escola local. "Ela fazia pequenas joias, coisas para o banheiro ou vasinhos para as plantas do jardim", lembra-se enquanto limpa um peixe. Agora, graças à conscientização adquirida em vários treinamentos ambientais, Joane propôs intervir em sua comunidade. Leia mais aqui

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Tupi: Ativista indígena

Tupi encontrou a força necessária para lutar fortalecendo sua própria identidade indígena e afirmando, ao mesmo tempo, sua feminilidade. Ele faz partes de coletivos com outras mulheres que, com coragem semelhante, estão na luta para reconhecer abusos, violações e maus-tratos através da solidariedade e da ação coletiva. Fazer parte de um movimento, aprender a liderá-lo, aprender a construir um espaço de liberdade é o que faz dessas mulheres seres excepcionais para sua comunidade. Leia mais aqui

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