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CIVICUS Monitor Watch List: Colômbia na lista com China e Egito

A nova lista de observação do CIVICUS Monitor destaca sérias preocupações com o exercício das liberdades civis na China (Hong Kong), Colômbia, Egito, Guiné e Cazaquistão. Español

By CIVICUS
CIVICUS Monitor Watch List: Colômbia na lista com China e Egito
Polícia de choque, ESMAD, na Colômbia durante uma manifestação em 2009. | Wikimedia Commons.
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Última atualização: 17 de outubro de 2019 - A nova CIVICUS Monitor Watch List destaca sérias preocupações com o exercício das liberdades cívicas na China (Hong Kong), Colômbia, Egito, Guiné e Cazaquistão. A Watch List chama a atenção para países onde há um declínio sério e rápido no que diz respeito ao espaço cívico, com base em uma avaliação das descobertas da pesquisa do CIVICUS Monitor, de nossos parceiros de pesquisa e de consultas com ativistas no local.

Manifestantes, ativistas e organizações da sociedade civil desses países estão sofrendo violações de suas liberdades cívicas, protegidas pelo direito internacional. Essas violações incluem o uso de força excessiva pelas forças de segurança durante protestos pacíficos em Guiné, Egito e Hong Kong, além de ataques e violência contra jornalistas e defensores de direitos humanos. Na Colômbia, à medida que os ataques contra defensores de direitos humanos continuam aumentando, a violência também disparou diante das próximas eleições municipais. O Egito continua reprimindo a dissidência, enquanto protestos em massa contra o governo estão abalando o país, e milhares foram detidos, incluindo crianças. No Cazaquistão, embora o Presidente Nursultan Nazarbayev tenha renunciado após quase três décadas no poder, sinais de melhorias nos direitos humanos sob o mandato de Tokayev foram abalados pela resposta das autoridades aos protestos pacíficos realizados no país em conexão com as eleições presidenciais e o assédio de ativistas.

Nas próximas semanas, o CIVICUS Monitor acompanhará de perto os desenvolvimentos em cada um desses países como parte dos esforços para garantir maior pressão exercida sobre os governos. A CIVICUS apela a esses governos para que façam tudo o que estiver ao seu alcance para acabar imediatamente com as repressões em curso e garantir que os autores sejam responsabilizados.