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Impacto dos parques eólicos de Yucatan – um exemplo a não seguir

Dzilam de Bravo é o mais recente projeto de energia renovável no México a provocar frustração entre locais e ativistas

Impacto dos parques eólicos de Yucatan – um exemplo a não seguir
Vista aérea do empreendimento Flamingos no município de Dzilam de Bravo. Esta área residencial é a mais próxima ao parque eólico que começou a operar no final de 2018
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As contas de eletricidade chegam bastante altas para Fátima Gasca Chuc. Ela só tem um refrigerador, dois ventiladores e uma televisão. Mas paga cerca de US$ 75 por mês.

Há oito anos, Gazca vive com seus filhos em Flamingos, bairro costeiro nos arredores de Dzilam de Bravo, na península mexicana de Yucatán. A família vende bolos para se sustentar e vive em uma casa humilde. Mas ela fica bem ao lado do parque eólico Dzilam Bravo, Eólica Golfo 1, um megaprojeto que começou a operar em 2018 para fornecer energia elétrica a empresas privadas.

Gazca só tem que abrir sua janela para ver o girar das turbinas eólicas a 125 metros de altura. Ela diz que elas mudaram a paisagem da cidade portuária.