“A violência não está de quarentena”. Essa frase, repetida por ativistas sociais e ambientais na Colômbia, é uma triste verdade em muitos países da América Latina.
Ao menos seis defensores ambientais foram assassinados em diferentes países da América Latina desde 11 de março, data em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o início da pandemia.
Esse número revela como a violência persiste em muitas dessas comunidades, que já se preocupam com a possível chegada da Covid-19 a regiões rurais com serviços de saúde precários e presença limitada do governo. Ao mesmo tempo, uma das chaves para reduzir a transmissão de muitas doenças infeciosas é justamente preservar ecossistemas como os que esses líderes protegem, como vários cientistas têm argumentado.