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Joane: o plástico está nos matando no Tapajós

Esta jovem ativista brasileira luta para mudar os hábitos de seu povo, para que recolham e deixem de queimar resíduos. Este é o quarto capítulo da série apresenta cinco jovens líderes que defendem a floresta. Español English

Joane: o plástico está nos matando no Tapajós
Joane pousa para um retrato na praia da sua comunidade perto a embalagens de plástico que chegam pelo rio. - Foto: Pablo Albarenga
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Quanto plástico a bacia amazônica pode suportar antes de entrar em colapso? Quanta agressão inconsciente? Quanta degradação ambiental?

Um saco plástico, um frasco de polietileno, um pedaço de poliuretano são objetos banais, baratos e descartáveis. Seu uso diário é medido em bilhões de unidades em todo o planeta.

No entanto, após um único uso, eles são sistematicamente despejados pela natureza, com um impacto catastrófico, especialmente quando se multiplicam ao infinito, invadem o território, se decompõem em micro-plásticos e contaminam a água. Eles acabam matando a fauna do rio: peixes, tartarugas, pássaros.