O candidato presidencial guatemalteco de centro-esquerda, Bernardo Arévalo, alertou que o país corre o risco de “uma deriva autoritária” se sua rival Sandra Torres assumir o cargo.
Arévalo fez o alerta em entrevista exclusiva ao openDemocracy. Minutos antes de sua publicação em 21 de julho (quando o openDemocracy publicou as versões em inglês e espanhol), surgiu a notícia de que a sede de seu partido, Semilla, estava sendo invadida como parte de uma investigação iniciada no ano passado com relação à falsificação de assinaturas em seu registro eleitoral.
Em 25 de junho, Arévalo surpreendeu ao obter 11% dos votos no primeiro turno das eleições presidenciais, abrindo caminho para um eletrizante segundo turno, em 20 de agosto, contra Torres (que obteve 15,8%), candidata do partido social-cristão Unidade Nacional de Esperança (UNE).