Atemporada de queimadas da Amazônia deste ano já começou quebrando recordes. Apenas em julho, houve 27% mais queimadas na parte brasileira da maior floresta tropical do mundo em comparação com ano passado, quando imagens de árvores em chamas comoveram o mundo. E os números só aumentam.
As queimadas se tornaram uma marca indesejada do governo de extrema-direita do presidente Jair Bolsonaro, que assumiu o cargo em 2019. Embora o Brasil tenha investido milhões no combate a queimadas na Amazônia desde o ano passado, a raiz do problema permanece intocada.
As queimadas normalmente acompanham o desmatamento na Amazônia, um problema que o governo de Bolsonaro tem evitado combater. Bolsonaro se recusou a fortalecer as agências de proteção ambiental do país enquanto partes cada vez maiores da floresta se tornavam pastagens e pontos de mineração ilegal.