Um choque na água.
Pode até parecer simplório, mas é por este processo — a eletrólise — que surge o hidrogênio verde (H2V), elemento gasoso que já recebeu o apelido de “combustível do futuro” e é visto como fundamental na busca pela neutralidade de emissões dos gases de efeito estufa (GEE) até 2050, meta do Acordo de Paris.
Hoje, o Brasil não produz tal fonte de energia, mas, se os projetos planejados ganharem forma, o país pode virar um protagonista global deste mercado, com destaque para a região Nordeste.