“Quando você força alguém a reprimir quem ele realmente é, ou pelo menos a descoberta de quem ele é, isso não é liberdade, isso não é o Evangelho”, disse Dylan Gunnels, um defensor dos direitos LGBTQI+ e sobrevivente da ‘terapia de conversão’ ao openDemocracy.
No mês passado, Gunnels compartilhou sua experiência com o conselho municipal de Columbia, Carolina do Sul, nos Estados Unidos, onde mora. Ele descreveu seu próprio “trauma psicológico” após os esforços persistentes para mudar sua sexualidade. “A ciência mostra que é mais prejudicial do que útil”, afirmou.
A capital do estado da Carolina do Sul é um exemplo recente de uma tendência que se espalhou pelos EUA – pelo menos 90 cidades, condados e outros municípios já tomaram medidas contra práticas controversas de 'terapia de conversão', que tentam mudar a orientação sexual ou identidade de gênero de uma pessoa. Quase metade (43) o faz desde 2019.