
Inteligência colectiva para a democracia. MediaLab-Prado. Jornada XII(30.11.2016). David Fernández/LM/Flickr. Alguns direitos reservados.
Queremos democracia real e isso implica abrir as portas das instituições. Desde as últimas eleições municipais muitas cidades decidiram potencial a participação cidadã. A diversidade de processos e a vontade de experimentar foram extraordinárias. As novas plataformas baseadas no software de livre de participação Consul, como Decide Madrid ou Decidim Barcelona, foram replicados mais além das nossas próprias fronteiras, abrindo possibilidades antes inimagináveis à participação directa e distribuída através das redes.
A ultima votação vinculante de iniciativas cidadãs através dum processo de voto seguro em Madrid põe a cereja em cima destes processos, aproximando as cidades da mudança a países como a Suíça onde a democracia directa já está estabelecida desde há anos. Paralelamente, dezenas de processos de participação presencial e mista articularam-se por todo o lado. Alguns exemplos importantes seriam “A Porta Aberta na Corunha”, o “Plano de Actuação Municipal em Barcelona” e a experiência mais recente e estrutural em Madrid: o inicio dos Fóruns Locais, os espaços de referencia distritais para articular a deliberação local.