O assassinato de um promotor que atua no combate ao crime organizado, durante sua lua de mel na Colômbia, levanta preocupações sobre a crescente sofisticação e ambição dos grupos criminosos paraguaios.
A morte de Marcelo Pecci na ilha de Barú, em 10 de maio, envolveu uma operação complexa que teve origem no Paraguai, de acordo com as autoridades colombianas.
“O homicídio do procurador paraguaio Marcelo Pecci é o resultado de um sistema de crime organizado transnacional com alto planejamento e investimento de recursos”, afirmou o chefe da polícia colombiana, Jorge Luis Vargas, no Twitter em 11 de maio.