Diante do estado de emergência imposto desde o dia 19 de outubro de 2019 pelo governo Chileno, que rapidamente se estendeu de uma a três regiões do país, a Fundação Ciudadanía Inteligente condena a repressão estatal, o uso da força militar e pede ao governo que revogue a suspensão de direitos e garantias, recupere o comando e controle civil do país e retire as Forças Armadas das ruas para iniciar um diálogo em resposta às demandas dos cidadãos.
Hoje o Chile está vivendo o segundo dia do Estado de Emergência em seis regiões do país e não está descartada a possibilidade de impô-lo em mais, nem a possibilidade de renovar o toque de recolher.
O Governo do Chile, através do seu Ministro do Interior, anunciou a entrega de mais poderes às forças armadas para restringir as liberdades dos cidadãos. Este cenário ocorre sem oferecer um plano concreto e sem fazer referência às instâncias de diálogo anunciadas ontem à tarde pelo presidente Sebastián Piñera.