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Colômbia: a nova matança

Provavelmente, por detrás dos crimes estão as mesmas “forças escuras” que não deixaram de atuar pese às suas sucessivas mudanças de nome. English Español

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Um partidário do acordo de paz discute com uma opositora no centro de Bogotá. 24 novembro 2016. AP Photo / Ivan Valencia. Todos os direitos reservados.

Desde que começou o cessar-fogo bilateral e definitivo, há 90 dias, não houve mais que um incidente armado entre o exército e as FARC. Mas foram assassinados um a um 20 lideres camponeses, segundo a investigação da Silla Vacía, dos quais seis eram militantes do partido “Marcha Patriótica”.

“Estão a repetir a dose”, diz com humor macabro a sua presidente, Aída Avella, sobrevivente do extermínio de 3.000 membros da União Patriótica há 30 anos.