Muito do que se sabe sobre Cuba, uma pequena ilha caribenha perto da costa de Miami, vem de suas relações internacionais com os Estados Unidos. Na verdade, a história de Cuba tem sido esculpida e moldada – como seixos desgastados pelas ondas do mar – por forças de fora do país.
Hoje, Cuba é conhecida por algumas coisas: comunismo, charutos, Che Guevara, Fidel Castro, rum e, claro, seus ritmos únicos de jazz afro-espanhol que fluem por suas ruas de paralelepípedos. Entretanto, em minha recente viagem a Cuba antes dos bloqueios internacionais para aplanar a curva da Covid-19, aprendi algo sobre o país através de seu povo, e a própria vida que pulsa em seus edifícios barrocos, dilapidados mas coloridos, que nenhum guia turístico ou livro de história poderia ter me contado.
Aprendi sobre a arte da felicidade e como ela parece estar enraizada na cultura cubana junto com a revolução, pizzas cubanas, bolos de coco, as filas para comer galinha e dançar ao som de música.