Em 10 de abril deste ano, um grupo encapuzado jogou coquetéis molotov incendiando os escritórios da mineradora Agua Rica, na província argentina de Catamarca. O incêndio começou durante um protesto contra a mineradora, como ocorria todos os sábados.
Um promotor, que antes trabalhava para o setor de mineração, ordenou a prisão de 12 moradores da região. A maioria passou duas semanas na prisão.
No dia da libertação dos detidos, a mais de 5 mil quilômetros dali, em Honduras, oito pessoas cumpriam entre 20 e 30 meses de prisão. Elas foram detidas após uma série de protestos contra um projeto de mineração coordenado pela mineradora Inversiones Los Pinares. E fazem parte de um caso em que 32 residentes, incluindo um que morreu, estão sendo julgados por “associação ilícita” por causa de seus protestos.