
O medo, a ansiedade e a depressão assola os defensores de direitos humanos no Brasil. Não apenas por sermos o país que mais mata defensores no mundo, segundo os dados da ONG Global Witness, mas porque este terrível cenário pode se agravar com o desfecho da próxima eleição presidencial.
O candidato líder das pesquisas, Jair Messias Bolsonaro, um capitão reformado do Exército que enaltece a ditadura militar, que se declara abertamente favorável à tortura, tem uma agenda direcionada para a desvalorização dos direitos humanos e perseguição das minorias.