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Trabalho sexual significa liberdade para profissionais do sexo com deficiência

Cinco trabalhadorxs com deficiência explicam por que não desejam ser "resgatadxs" e por que a descriminalização é vital

Trabalho sexual significa liberdade para profissionais do sexo com deficiência
Ilustração: Inge Snip
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“Para mim e tantas outras, o trabalho sexual significa liberdade.” Estas são as palavras de Lucky, profissional do sexo dos Estados Unidos de 21 anos que sofre de dor crônica e uma doença física de longa data.

Lucky, que se identifica como não binária, percebeu ainda jovem que ter um emprego regular das 9h às 17h não seria sustentável. Então, aos 18 anos, Lucky começou a produzir e vender conteúdo pornográfico como forma de ganhar a vida.

“Aprendi desde cedo que realizar trabalhos regulares por um mínimo de 40 horas semanais tornava meu conjunto de deficiências muito mais dolorosos e até mesmo levava a novas condições”, diz Lucky.