A declaração dominantes nas redes sociais e feeds de notícia é de “Estou com a Ucrânia", apoio fundamental a um país que inegavelmente o necessita neste momento. Mas essa postura não é tão preta no branco quanto os liberais ocidentais vem mostrando. Não se trata de um simples exercício de escolher lados entre os “mocinhos” e os “vilãos”.
Não para os africanos, pelo menos. De fato, alguns até veem a guerra do presidente Vladimir Putin na Ucrânia como a resistência de um homem diante da hegemonia ocidental.
A experiência do resto do mundo com a OTAN, a Europa e os EUA não são tão positivas – e podemos nos dar ao luxo de expressar raiva e ceticismo diante da hipocrisia e pedir cautela diante das soluções ocidentais.