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'Nossas exportações agrícolas são fundamentais para garantir a segurança alimentar da China'

Larissa Wachholz, do Ministério da Agricultura, diz que o 14º Plano Quinquenal traz oportunidades ao Brasil e não deve resultar em restrições à carne ou soja

'Nossas exportações agrícolas são fundamentais para garantir a segurança alimentar da China'
Campos de cultivo no cerrado goiano, no centro-oeste brasileiro | Viana Photography/Alamy Stock Photo
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As commodities brasileiras continuarão a ter grande apetite na China apesar dos desafios de garantir a sustentabilidade das cadeias produtivas da carne e da soja. É o que defende Larissa Wachholz, chefe do Núcleo China do Ministério da Agricultura, que argumenta que a “prioridade absoluta” do país asiático é garantir sua segurança alimentar. 

Em trechos de entrevista ao Diálogo Chino, Wachholz diz que a China é exigente em termos sanitários, mas que não deve impor cláusulas de sustentabilidade, como a de rastreabilidade da carne produzida na Amazônia, uma vez que elas dificultariam o acesso do país a itens “absolutamente necessários” à sua população.

A China impulsionou recordes do agronegócio brasileiro em 2020, e, para Wachholz, o lançamento do 14º Plano Quinquenal da China traz novas oportunidades de cooperação.