O caso do assassinato de Marielle Franco ganhou mais uma dimensão macabra, envolvendo o Brasil mais uma vez em um manto de perguntas, dúvidas e desconfiança diante da relação entre a família Bolsonaro e os envolvidos.
Na madrugada de domingo (9), Adriano Magalhães da Nóbrega, ex-capitão da PM, foi morto no norte da Bahia durante uma operação envolvendo forças policiais locais e do Rio de Janeiro. Nóbrega estava foragido há mais de um ano acusado de comandar uma das milícias mais antigas do Rio, o Escritório do Crime.
O Escritório do Crime está sendo investigado por organizar esquemas de grilagem na zona norte do Rio e por ligação com o assassinato da vereadora Marielle em 14 de março de 2018, na capital fluminense.