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700 dias sem Marielle Franco: a trama criminal se complica ainda mais

Não está claro por que Adriano da Nóbrega estava escondido na Bahia. O que está claro é que Nóbrega tinha laços, direto e indiretos, com a família Bolsonaro. Español

700 dias sem Marielle Franco: a trama criminal se complica ainda mais
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O caso do assassinato de Marielle Franco ganhou mais uma dimensão macabra, envolvendo o Brasil mais uma vez em um manto de perguntas, dúvidas e desconfiança diante da relação entre a família Bolsonaro e os envolvidos.

Na madrugada de domingo (9), Adriano Magalhães da Nóbrega, ex-capitão da PM, foi morto no norte da Bahia durante uma operação envolvendo forças policiais locais e do Rio de Janeiro. Nóbrega estava foragido há mais de um ano acusado de comandar uma das milícias mais antigas do Rio, o Escritório do Crime.

O Escritório do Crime está sendo investigado por organizar esquemas de grilagem na zona norte do Rio e por ligação com o assassinato da vereadora Marielle em 14 de março de 2018, na capital fluminense.