Skip to content

O bom, o mau e o vilão da insurreição no Capitólio dos Estados Unidos

As cenas da insurreição no Capitólio dos Estados Unidos da última quarta-feira, 6 de janeiro, ficarão na história como o momento em que a mais antiga e “excepcional” democracia do mundo cambaleou.

O bom, o mau e o vilão da insurreição no Capitólio dos Estados Unidos
Police remove Trump supporters outside the Capitol on 6 January 2021 in Washington DC | Shay Horse/NurPhoto/PA Images
Published:

Todos nós já conhecemos as imagens do momento em que partidários do presidente Donald Trump invadiram violentamente e tomaram a casa da democracia nos Estados Unidos, o Capitólio, durante a ratificação da vitória do presidente eleito Joe Biden. Por cerca de duas horas, o mundo inteiro ficou de queixo caído ao assistir o país que se orgulha de sua democracia vê-la desmoronar ao vivo e a cores. Embora as instituições tenham resistido ao golpe e a "ordem" tenha sido restaurada à noite, essas cenas nos dão muito para analisar e compreender.

O bom

Os eventos no Capitólio ofuscaram as notícias do ocorrido pouco antes do início daquela inconcebível insurreição.

Mas antes do caos, dois senadores democratas venceram o segundo turno das eleições no estado da Geórgia, pondo fim ao ciclo eleitoral de 3 de novembro. Sua vitória representou não apenas a confirmação do controle total do Partido Democrata na legislatura, mas também um marco histórico: o reverendo Raphael Warnock se tornou o primeiro senador negro do estado da Geórgia, estado do sul do país. Além disso, Jon Ossoff, outro membro de uma minoria por ser judeu, e um jovem jornalista investigativo, o acompanhará a Washington.