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A Covid-19 agrava a crise do desemprego no Equador

A pandemia vem minando os direitos trabalhistas dos equatorianos. Teremos um outro outubro de 2019? Español

A Covid-19 agrava a crise do desemprego no Equador
Protesta em Quito, Equador
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Quem está protestando a promulgação da Lei de Apoio Humanitário no Equador? Estudantes e professores, sindicalistas, diversas organizações sociais, pais que sofrem os efeitos de cortes no orçamento, fechamento de empresas e demissões no setor público. Desde a suspensão da jornada física de trabalho em 17 de março de 2020, a retração econômica se tornou uma ocorrência diária para os equatorianos.

Em 16 de maio, a Assembleia aprovou a chamada Lei de Apoio Humanitário, que promove acordos entre trabalhadores e empregadores para modificar as condições das relações de trabalho em matéria de horas e remuneração. A lei determina que os trabalhadores não devem ser demitidos ou os dividendos distribuídos, mas a realidade é diferente.

O seguro-desemprego foi cobrado por 4.355 pessoas, de janeiro a março, e não está disponível para os associados que se demitem voluntariamente. O Ministério do Trabalho registra 49.733 rescisões contratuais no Sistema Único dos Trabalhadores (SUT). Quantos despedimentos são dispensados em casos de força maior ou evento fortuito?