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Crise institucional se aprofunda no Peru

A libertação de Keiko Fujimori nesta semana chama a atenção por acontecer dois meses antes das eleições legislativas, convocadas para 26 de janeiro. Español

Crise institucional se aprofunda no Peru
10 de outubro de 2018, Peru, Lima: defensora da líder da oposição Keiko Fujimori segura uma faixa que diz "Fujimori Liberdade" depois que a política foi provisoriamente presa. - Foto: Geraldo Caso Bizama/DPA/PA Images. Todos os direitos reservados.
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As recentes manifestações no Equador, Chile e Bolívia, além do ciclo eleitoral que a América do Sul viveu em outubro, ofuscaram a crise institucional do Peru.

Mas desde que o presidente Martín Vizcarra dissolveu o Congresso peruano em 30 de setembro, os problemas no Peru vêm se aprofundando. A evidência pode ser vista nas pesquisas de aprovação de Vizcarra que despencou de 70% para 58% em novembro, segundo o Instituto de Estudos do Peru (IEP). Essa queda vem depois que sua popularidade subiu para mais de 80% em outubro, depois de passar a resolução que dissolveu o Congresso.

Desde então, notícias sobre o Peru nos chegam a conta gotas. Entre protestos pontuais, e a soltura de Keiko Fijimori, as últimas notícias apontam para um rebuliço que fecha o complicado ano que o país andino viveu em 2019.