Pelo menos dez países latino-americanos promovem iniciativas que podem alimentar ainda mais a violência contra pessoas trans e de gênero diverso.
As propostas incluem banir linguagem inclusiva e as perspectivas de gênero das salas de aula, dar aos pais o poder de vetar educação sexual nas escolas, perseguir professores que discutem sexualidade com seus alunos e empurrar ainda mais as pessoas LGBTIQ para as margens da sociedade.
Os principais grupos de direitos humanos veem essas ações como um “ataque oportunista antidemocrático a um grupo minoritário”, em esforços para conquistar eleitores conservadores ou galvanizar a opinião pública em tempos de crise política.