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Esperança, polêmica, preocupação: um movimentado fim de semana eleitoral

Na Colômbia, candidatos progressistas infligiram um duro golpe ao uribismo. Os argentinos selaram sua rejeição ao neoliberalismo de Macri. Os uruguaios retornam às urnas em novembro, e a direita pode acabar com o domínio da Frente Ampla. A Bolívia permanece em alerta. Español

Esperança, polêmica, preocupação: um movimentado fim de semana eleitoral
Alberto Fernández (R) e a ex-presidente argentina Cristina Fernández comemoram após vencer as eleições presidenciais em Buenos Aires, Argentina, em 27 de outubro de 2019. - Ni Ruijie/Xinhua News Agency/PA Images. Todos os direitos reservados.
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Colômbia: progressistas assumem o poder e infligem um forte golpe ao uribismo

Uma onda conservadora está passando pela América Latina - e pelo mundo. Mas, como para toda ação há uma reação, o progressismo está mostrando a força que tem.

No domingo (27), a Colômbia mostrou que pode representar um forte alicerce de esquerda na região, quando mais de 1 milhão de cidadãos de Bogotá escolheram uma mulher, lésbica e de origem humilde, como prefeita da capital colombiana.

A ex-senadora Claudia López, do partido progressista Alianza Verde (Aliança Verde), venceu as eleições com 35,21% dos votos, contra 32,48% de Carlos Fernando Galán, filho do candidato presidencial morto em 1989. É a primeira vez que a população escolhe uma mulher para o cargo de prefeito de Bogotá, considerado a segunda posição política mais importante da Colômbia.