Rute Zúñiga, Victoria Vigo, Josefina Quispe, Francisca Llantoy são apenas alguns dos nomes das mulheres que foram esterilizadas contra sua vontade no Peru entre 1990 e 2000, durante o governo de Alberto Fujimori.
Em 2015, o caso das esterilizações forçadas foi elevado a uma "questão de interesse nacional no Peru" por um decreto emitido pelo então presidente Ollanta Humala.
A comissão do Congresso peruano que investigou os casos de laqueadura em 2002 concluiu que 314.605 mulheres foram esterilizadas sob o Programa Nacional de Planejamento Familiar do governo de Fujimori. Segundo o Comitê Latino-Americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher (Cladem), apenas 10% delas deu "consentimento genuíno".