Os mercados de cocaína e maconha do Brasil não ficaram imunes aos efeitos da pandemia de Covid-19, mas um relatório de julho mostra como os traficantes de drogas se adaptaram rapidamente à nova realidade para manter o fluxo de sua mercadoria.
O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) detalhou como o tráfico de cocaína e maconha no Brasil foi afetado pelo impacto das medidas de lockdown, desaceleração econômica, respostas do Estado e novas oportunidades criminais.
Más maconha, menos cocaína
Enquanto as apreensões de maconha aumentaram consistentemente ao longo da pandemia, a quantidade total de cocaína apreendida em todo o país diminuiu temporariamente, embora com variações regionais.