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Como o PCC complica a erradicação do garimpo ilegal no Amazonas

A principal facção criminosa do Brasil atual como 'síndico do garimpo ilegal', criando dificuldades para seu combate

Agente estatal inspeciona garimpo ilegal
Operação no território Yanomami, Roraima, em 24 de fevereiro de 2023
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A maior facção criminosa mais do Brasil, o Primeiro Comando da Capital (PCC), apoia garimpeiros ilegais na Amazônia brasileira de várias maneiras, dificultando os esforços do governo para erradicar o garimpo ilegal e a violência contra a comunidade indígena Yanomami.

O juiz e ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, anunciou o envio de mais 220 policiais militares para a Terra Indígena Yanomami, em Roraima, em resposta à violência entre garimpeiros ilegais e indígenas Yanomami, que deixou pelo menos 14 mortos entre 29 de abril e 6 de maio. As vítimas incluem um homem Yanomami, morto em um ataque de garimpeiros a uma aldeia em 29 de abril, e quatro homens mortos a tiros em um garimpo durante um tiroteio com a polícia em 1º de maio.

Embora os confrontos na TI Yanomami já ocorram há vários anos, este novo surto de violência coincide com a expulsão de milhares de garimpeiros da área por ordem do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.