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Mortos no México, presos na Nicarágua: violência contra jornalistas aumenta

Em janeiro, 4 jornalistas foram mortos no México, e o regime nicaraguense condenou profissional a 9 anos de prisão em fevereiro

Manifestante de máscara segurando cartaz
'Matam jornalistas, mas não a verdade'
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Em 10 de janeiro, José Luis Gamboa foi esfaqueado no porto de Veracruz. Em 17 de janeiro, o fotojornalista Margarito Martínez foi morto a tiros em Tijuana. Em 23 de janeiro, Lourdes Maldonado foi assassinada em Tijuana. Em 31 de janeiro, Roberto Toledo, cinegrafista, comunicador e analista do Monitor Michoacán, foi morto a tiros.

Segundo a Repórteres Sem Fronteiras (RSF), sete jornalistas foram mortos no México em 2021 e 47 nos últimos cinco anos, fazendo do país o mais mortífero para jornalistas do mundo.

Dos 140 assassinatos desde 1990, 95% permaneceram impunes. Um exemplo é o caso de Margarito Martínez; a polícia local atribuiu sua morte a uma briga de bairro, versão que o Ministério Público negou.