Em seus primeiros 100 dias como presidente, Luiz Inácio Lula da Silva indicou que o meio ambiente está entre suas prioridades – mas os resultados ainda não se traduziram em redução do desmatamento na Amazônia brasileira.
Ao contrário, os três primeiros meses de 2023 registraram taxas recordes na floresta tropical e também no Cerrado, atingindo valores equivalentes ou superiores aos vistos durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Lula tem um grande desafio pela frente. Sob seu antecessor, o Brasil experimentou o menor investimento em meio ambiente desde 2000 – e não por necessidade fiscal. A agenda de Bolsonaro era explícita em seu objetivo de desmantelar não apenas as políticas ambientais do país, mas também as organizações encarregadas de aplicá-las.