2022 será um ano de novos e velhos desafios para a América Latina, marcado por importantes eleições presidenciais na Colômbia e no Brasil, o novo agravamento da crise sanitária pela nova variante hipercontagiosa, aumento da migração e o agravamento de existentes crises sociais e ambientais.
Vacinação e variantes
Diante da ômicron, flurona e deltacron, a expansão da pandemia de Covid-19 este ano continuará gerando perturbações e incertezas.
Em seu relatório anual "Balanço Preliminar das Economias 2021", a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) projeta que o crescimento da América Latina cairá para 2,1% em 2022, depois de crescer 6,2% no ano passado. Essa desaceleração deve-se a um contexto de assimetrias entre países desenvolvidos, emergentes e em desenvolvimento no que diz respeito à capacidade de implementação de políticas fiscais, sociais, monetárias, sanitárias e de vacinação para uma recuperação sustentável da crise da Covid-19.